“Innocence of Muslins”: Jornalismo Blockbuster

 

Liberdade de expressão, independência e parcialidade, da comunicação social, no caso do vídeo de propaganda anti- islâmica que desencadeou protestos por parte de algumas pessoas no médio- oriente. Nem todos os americanos são idiotas. Nem todos os muçulmanos estão do lado dos ataques violentos contra embaixadas. Os jornais  e as televisões têm a obrigação, ética, de mostrar as manifestações, por parte de muçulmanos, que condenaram a violência. Que, em alguns casos, reuniram mais gente. Contra este jornalismo – em última análise: racista – da emoção. Da imagem violenta pela imagem violenta. A informação não é um blockbuster. Tem responsabilidades na procura de consensos.

Para ler o editorial, sobre este assunto, no blogue da World Association of Newspapers and Newspublishers. Ter em atenção, adicionalmente e em relação com o tema, ao vídeo postado. Uma mensagem, bem a calhar, por parte dos Tool.

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