A “Beleza” Como “Tentativa” de “Verdade” (II)

Platão e Aristóteles em "A Escola de Atenas". Pintura de Rafael. Fotografia de Ted Spiegel/Corbis.

Platão e Aristóteles em “A Escola de Atenas”. Pintura de Rafael. Fotografia de Ted Spiegel/Corbis.

No seguimento de uma postagem anterior: por muito que se tenha tentado, desde sempre, fugir à, “perigosa”, imaginação, ao instinto, ao “baixo- ventre”; por muito que se procure um remendo através do sistema defensivo que constitui a “superioridade” da “ciência” e da “razão” – entre aspas para a relativizar: existem, quando muito e para não sermos idólatras, cientistas -: estas duas não estão imunes, longe disso, a serem “contaminadas” pela necessidade de um “propósito”. De uma “finalidade”. A “verdade” é, também e como tudo, uma, instintiva, guerra entre vontades. E, algumas delas, não escapam à ilusão. Sobre esta questão: um bom ensaio da autoria de Steven Poole: “Science can’t stop talking in terms of ‘purposes’, but if the universe cares about us, it has a funny way of showing it“. Disponibilizado pela aeon.

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