Os transhumanos

Quem nos diz que, pela vida fora, teremos que seguir, constantemente, pelo mesmo trilho? Quem desta forma, radical, se mumifica arrisca uma cristalização em termos de personalidade. E, por este motivo, denigre, ofuscando-as, pinturas internas. Escrevo sobre dogmas. Sobre “normas” sociais e religiosas. Falo sobre “normalidade”. Mais concrectamente sobre normatividade sexual. Acerca daquilo que, por vezes, o estado, para assim poder melhor gerir e catalogar, teima em petrificar.Tratamos, portanto, de política: de heteronormatividade. Ao ficarmos mudos perante tal imposição arriscamo-nos à doença fisica e mental. Existem, portanto, momentos em que necessitamos de seguir viagem. E, se assim for necessário, por múltiplas estradas. A bissexualidade, a homosexualidade, o travestismo ou a transsexualidade existem. Muitas vezes habitam em nós de forma velada ou latente. Requerem, por isso, atenção. Como afirma a filósofa norte- americana, perita em matérias como esta, Judith Butler: “vamos viajando”. Nós: os “transhumanos”. Digo eu.

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