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No México: Não se Mata a Verdade Assassinando Jornalistas

Numa época em que tudo se relativiza e se comercializa – e, portanto, tudo é “jornalismo”; tudo é “content” – favorecendo a detioração da percepção da realidade, dos factos e da  exigência – confundida, convenientemente, com “elitismo” -: apetece subir, trazer cá para baixo  e mostrar. “No se mata la verdad matando periodistas“, cujo imprescindível documentário se encontra por cima deste apontamento, é o título de uma iniciativa em que 126 jornalistas contam a história de outros tantos. Dados como “desaparecidos” ou que morreram nos últimos doze anos. Na guerra, iniciada no ano de 2006, entre o governo e o carteis da droga mexicanos. O projecto é da Nuestra Aparente Rendicion (NAR). Organização civil destinada a despertar consciências relativamente a vítimas e respectivos familiares. Foi concebido para ser acedido através do sitio oficial. Transformou-se, rapidamente, num projecto maior. “Transcendendo o virtual”. Convertendo-se, também, em livro. “Para que chegasse ao maior número possível de mãos e olhos”. “Para que servisse de testemunho material”.

Pormenores no artigo, do Editors Weblog,  “Mexican Journalists Strive to Keep the Truth Alive With Book About Vanished Colleagues“. Redigido por Emma Knight.


O Dilema do Foto- Jornalista

Deve um foto- jornalista intervir no local de acção? Que barreira existe entre a consciência de agir e a de documentar? Fotografar uma situação- limite será mais socialmente benéfico do que a tentar resolver? Num universo digital que se concentra crescentemente na “indústria de conteúdos” e que fomenta a normalização do fenómeno do “jornalista- cidadão”: poderá o smartphone “paralisar”? Ajudar ou “partilhar”? Sobre estas questões ler o artigo “Degrees of Detachment: The Journalist´s Role in a Tragedy” de Emma Knight. No Editors Weblog.


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